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	<title>Memorial ao Irã – Finlandia Hoy</title>
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	<description>Noticias de Finlandia en español</description>
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		<title>Oulu honra as vítimas da violência em Iran.</title>
		<link>https://finlandiahoy.fi/2026/02/18/oulu-honra-as-vitimas-da-violencia-em-iran/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Vitorino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 07:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacionales]]></category>
		<category><![CDATA[Portugués]]></category>
		<category><![CDATA[Memorial ao Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento de apoio]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oulu, Finlândia &#8211; 7 de fevereido de 2026, 17h. Sob o frio intenso do inverno finlandês, dezenas de pessoas se reuniram em silêncio na praça Rotuaari para homenagear as muitas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5631" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oulu, Finlândia &#8211; 7 de fevereido de 2026, 17h.</strong> Sob o frio intenso do inverno finlandês, dezenas de pessoas se reuniram em silêncio na praça Rotuaari para homenagear as muitas vidas iranianas perdidas nos últimos dias em confrontos com o próprio governo. O ato fez parte de uma série de manifestações internacionais que têm se multiplicado ao redor do mundo em apoio ao povo do Irã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vigília, marcada pela sobriedade e pela ausência de discursos, buscou dar visibilidade à luta contínua dos iranianos por direitos básicos: liberdade de expressão, preservação da sua cultura plural, autonomia religiosa e participação democrática real. Direitos que, segundo manifestantes e organizações internacionais, têm sido sistematicamente violados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população iraniana tem demonstrado crescente insatisfação com políticas arbitrárias e imposições religiosas que, para muitos, não representam a diversidade do país. O governo vigente, dizem, não reflete o povo que trabalha, cria, sonha e sustenta a nação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Oulu velas acesas, cartazes e fotografias das vítimas compuseram um memorial silencioso, porém eloquente. Imagens que falaram por si &#8211; comentam Adriana e Jessica, colaboradoras do Finlandia Hoy. O gesto coletivo, ainda que breve, ecoou a dor de famílias que perderam filhos, pais e irmãos &#8211; muitos deles mortos enquanto protestavam desarmados por um governo que os representasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A mensagem deixada em Oulu foi clara: </strong>que os governos do mundo ouçam o clamos dos trabalhadores, estudantes, artistas, mães e pais iranianos. Que reconheçam a legitimidade de um povo que vai às ruas não para atacar, mas para existir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5632" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Entrevistada Mina, iraniana moradora de Oulu</em><strong>:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Voz para os silenciados e contexto dos protestos </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina afirma que quer ser a voz dos iranianos mortos, presos ou silenciados sob ameaçã de execução, tortura e violência sexual. Cita RahaBehloulipour, estudante de 23 anos, morta por um tiro em 8 de janeiro de 2026, pouco após escrever «Woman, Life, Freedom &#8211; forever». Relembra nomes simbólicos como Neda, Mahsa, Majid e Nika representando uma geração que perdeu o medo e reivindica o direito de decidir como viver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela participa do memorial em Oulu em resposta ao massacre de 8 e 9 de janeiro de 2026, quando milhares foram mortos ou feridos &#8211; um dos episódios mais graves da história recente do Irã. Afirma que o povo atingiu um nível inédito de unidade e rejeição ao regime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Situa os protestos como continuidade de décadas de resistência &#8211; de 1999, passando pelo movimento Verde, até as recentes manifestações nacionais &#8211; culminando no movimento «Mulher, Vida, Liberdade», descrito como um despertar social profundo. Declara que o clamor atual é por revolução, não reforma, e que, mesmo no exílio, sua voz permanece como forma de resistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Violação sistemática de direitos humanos e apelo internacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina descreve janeiro de 2026 como um ponto de ruptura, quando o regime iraniano ultrapassou todos os limites de direitos humanos: apagão total da internet, tiros contra civis desarmados, ocultação de corpos, famílias obrigadas a pagar para recuperar os mortos, tortura de detidos, além de intimidação de médicos e da transformação de hospitais em instrumentos de repressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela afirma que silêncio ou diplomacia cautelosa equivalem à normalização da violência e que a comunidade internacional tem responsabilidade moral de agir. Defende medidas concretas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>sanções direcionadas a indivíduos e instituições repressoras;</li>



<li>fim de cooperações que financiem estruturas de repressão;</li>



<li>apoio a defensores de direitos humanos, jornalistas e sociedade civil;</li>



<li>investigações internacionais independentes;</li>



<li>e aplificação das vozes iranianas em fóruns globais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mina reforça que o povo iraniano escolheu a resistência não violenta e que o mundo não pode permanecer observando. Cita Navid Afkari: «Eles estão procurando um pescoço para o laço.»</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mensagem ao povo iraniano e significado cultural da resistência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina envia uma mensagem direta aos jovens e manifestantes: «vocês não estão sozinhos». Diz que cada ato de resistência &#8211; até nos gestos cotidianos &#8211; está mudando a história, e que acompanhar o sofrimento à distância é doloroso, mas transforma a dor em determinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Explica que o regime tenta destruir a esperança e unidade, mas que a resposta deve ser escolher a vida. Destaca simbolismo de dançar em funerais como forma de resistência cultural e afirma que a luta não é apenas por sobrevivência, mas por dignidade, alegria e humanidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conclui, Mina, que a revolução permanece viva porque o povo continua, mesmo após derramamento de sangue, e reforça que a coragem dos iranianos inspira o mundo &#8211; e que a liberdade está mais próxima do que parece.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5633" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://finlandiahoy.fi/2026/02/18/oulu-honra-as-vitimas-da-violencia-em-iran/">Oulu honra as vítimas da violência em Iran.</a> first appeared on <a href="https://finlandiahoy.fi">Finlandia Hoy</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Oulu honra a las víctimas de la violencia en Irán.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Vitorino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 07:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunidad]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionales]]></category>
		<category><![CDATA[Oulu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oulu, Finlandia &#8211; 7 de febrero de 2026, 17:00. Bajo el intenso frio del invierno finlandés, decenas de personas se reunieron en silencio en la plaza Rotuaari para homenajear a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/7.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5638" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/7.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/7.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/7.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/7.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/7.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oulu, Finlandia &#8211; 7 de febrero de 2026, 17:00.</strong> Bajo el intenso frio del invierno finlandés, decenas de personas se reunieron en silencio en la plaza Rotuaari para homenajear a las numerosas vidas iraníes perdidas en los últimos días en enfrentamientos con su propio gobierno. El acto formó parte de una serie de manifestaciones internacionales que se han multiplicado en todo el mundo en apoyo al pueblo de Irán.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La vigilia, marcada por la sobriedad y la ausencia de discursos, buscó dar visibilidad a la lucha continua de los iraníes por derechos fundamentales: libertad de expresión, preservación de su cultura plural, autonomía religiosa y participación democrática real. Derechos que, según manifestantes y organizaciones internacionales, han sido sistemáticamente vulnerados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">La población ianí ha expresado un creciente insatisfacción con políticas arbitrarias imposiciones religiosas que , para muchos, ya no representan la diversidad del país. Según los participantes, el gobierno vigente no refleja al pueblo que traja, crea, sueña y sostiene la nación.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En Oulu, velas encendidas, carteles y fotografías de las víctimas conformaron un memorial silencioso pero elocuente. «las imágenes hablan por sí solas», comentaron Adriana y Jéssica, colaboradoras de FinlandiaHoy. El gesto colecctivo, aunque breve, resoó con el dolor de failias que perdieron hijos, padres y hermanos &#8211; muchos de ellos asesinados mientras protestaben desarmados por un gobierno que los representara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Movilizaciones similares tuvieron lugar simultáneamente en diversas ciudades europeas, americanas y asiáticas, reforzando la dimensión global del llamado por justicia. Una de las participantes en Oulu señaló que las víctimas recordadas «pagaron con su propia sangre el sueño de libertad para Irán».</p>



<p class="wp-block-paragraph">El mensaje que quedó en la plaza fue claro: que los gobiernos del mundo escuchen el clamor de los trabajadores, estudiantes, artistas, madres y padres iraníes. Que reconozcan la legitimidad de un pueblo que sale a las calles no para atacar, sino para existir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/10.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5637" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/10.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/10.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/10.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/10.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/10.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Entrevista con Mina, iraní residente en Oulu:</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Voz para los silenciados y contexto de las protestas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina afirma que quiere ser la voz de los iraníes asesinados, encarcelados o silenciados bajo amenaza de ejecución, tortura y violencia sexual. Menciona a Raha Behloulipour, estudiante de 23 años que fue asesinada de un disparo el 8 de enero de 2026, poco después de escribir «Woman, Life, Freedom &#8211; forever». También recuerda nombres emblemáticos como Neda, Mahsa, Majid y Nika, símbolos de una generación que perdió el miedo y exige el derecho a decidir cómo vivir. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Explica que participa en el memorial de Oulu en respuesta a la masacre del 8 y 9 de enero de 2026, cuando miles de personas fueron asesinadas o heridas, uno de los episodios más graves de la historia reciente de Irán. Señala que el pueblo iraní alcanzó un nivel inédito de unidad y rechazo al régimen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sitúa las protestas actuales como la continuidad de décadas de resistencia &#8211; desde 1999, pasando por el Movimiento Verde, hasta las recientes manifestaciones nacionales &#8211; que culminaron en el movimiento «Mujer, Vida, Libertad», descrito como un profundo despertar social. Afirma que el clamor actual no es por reformas, sino por una revolución, y que, incluso en el exilio, considera su voz una forma de resistencia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Violación sistemática de derechos humanos y llamado internacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina describe enero de 2026 como un punto de quiebra en el que el régimen iraní sobrepasó todos los límites de los derechos humanos: apaón total de internet, disparos contra civiles desarmados, ocultación de cuerpos, familias obligadas a pagar para recuperar a sus muertos, tortura de detenidos, además de la intimidación al personal médico y la conversión de hospitales en herramientas de represión.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afirma Mina que el silencio o la diplomacia cautelosa equivalen a normalizar la violencia, y  sostiene que la comunidad internacional tiene una responsabilidad moral de actuar. Propone medidas concretas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>sanciones específicas contra individuos e instituciones represoras;</li>



<li>fin de cooperaciones que financien estructuras de represión;</li>



<li>apoyo a defensores de derechos humanos, periodistas y sociedad civil;</li>



<li>investigaciones internacionales independientes;</li>



<li>y amplificación de las voces iraníes en foros globales.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Reitera que el pueblo iraní ha elegido la resistencia no violenta y que el mundo no puede limitarse a observar. Cita a Navid Afkari: «EStán buscando un cuello para su soga.»</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mensaje al puelo iraní y significado cultural de la resistencia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina dirige un mensaje a los jóvenes y manifestantes: «no están solos». Afirma que cada acto de resistencia &#8211; incluso en la vida cotidiana &#8211; está cambiando la historia, y que ver el sufrimiento desde la distancia es doloroso, pero convierte la tristeza en determinación.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Explica que el régimen intenta destruir la esperanza y la unidad, pero que la respuesta debe ser elegir la vida. Destaca el simbolismo de bailar en los funerales como forma de resistencia cultural y afirma que la lucha no es solo por sobrevivir, sino por una vida con dignidad, alegria y huanidad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concluye que la recolución sigue viva porque el pueblo sigue adelante, incluso tras el derramamiento de sangure, y subraya que el coraje de los iraníes inspira al mundo y que la libertad está más cerca de lo que parece.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/11.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5636" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/11.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/11.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/11.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/11.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/11.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure><p>The post <a href="https://finlandiahoy.fi/2026/02/18/oulu-honra-a-las-victimas-de-la-violencia-en-iran/">Oulu honra a las víctimas de la violencia en Irán.</a> first appeared on <a href="https://finlandiahoy.fi">Finlandia Hoy</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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