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	<title>sociedade – Finlandia Hoy</title>
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	<description>Noticias de Finlandia en español</description>
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		<title>Racismo estrutural sob o Estado de bem-estar finlandês.</title>
		<link>https://finlandiahoy.fi/2026/05/06/racismo-estrutural-sob-o-estado-de-bem-estar-finlandes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Vitorino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 07:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Portugués]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Importância de entender o fenômeno e debatê-lo nos dias atuais. Uma abordagem construtiva. Embora a ciência tenha abandonado o conceito de raça, suas consequências históricas ainda atravessam instituições modernas, revelando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/04/FINLANDIA-HOY-FOTOS-rassismi.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5883" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/04/FINLANDIA-HOY-FOTOS-rassismi.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/04/FINLANDIA-HOY-FOTOS-rassismi.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/04/FINLANDIA-HOY-FOTOS-rassismi.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/04/FINLANDIA-HOY-FOTOS-rassismi.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/04/FINLANDIA-HOY-FOTOS-rassismi.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem: CanvaPro por Adriana Vitorino</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Importância de entender o fenômeno e debatê-lo nos dias atuais. Uma abordagem construtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a ciência tenha abandonado o conceito de raça, suas consequências históricas ainda atravessam instituições modernas, revelando como o racismo pode operar de forma estrutural mesmo em sociedades que se veem como igualitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Uma breve explicação histórica-científica geral:</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>conceito de raças</strong> não é ancestral nem científico: ele foi formulado no contexto do Iluminismo europeu, quando naturalistas como <a href="https://www.linnean.org/learning/who-was-linnaeus/linnaeus-and-race" target="_blank" rel="noopener" title="Carl Linnaeus"><strong>Carl Linnaeus</strong></a>, no século XVIII, passaram a classificar populações humanas segundo critérios físicos e geográficos, aplicando aos seres humanos o mesmo método usado para plantas e animais &#8211; uma tentativa de ordenação que refletia hierarquias culturais de seu tempo, não leis naturais imutáveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do século XX, esse modelo começou a ser rejeitado: após a Segunda Guerra Mundial, a <strong><a href="https://mixedmuseum.org.uk/main-exhibition/1950-unesco-statement-by-experts-on-race-problems/" target="_blank" rel="noopener" title="UNESCO ">UNESCO </a></strong>reuniu cientistas para afirmar que a humanidade constitui uma única espécie e que as diferenças entre grupos são graduais e limitadas, sem base para hierarquias raciais. Essa conclusão foi reforçada pela genética moderna, especialmente pelo trabalho de <a href="https://www.vanderbilt.edu/evolution/wp-content/uploads/sites/295/2022/04/lewontin1972.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="Richard Lewontin"><strong>Richard Lewontin</strong></a>, que demonstrou que a maior parte da variação genética humana ocorre entre indivíduos de uma mesma população, esvaziando o sentido biológico das <a href="https://www.honestthinking.org/en/unesco/UNESCO.1950.Statement_on_Race.htm" target="_blank" rel="noopener" title="classificações raciais"><strong>classificações raciais</strong></a>. Nesse quadro, a distinção semântica é central: <strong>preconceito racial</strong> refere-se a atitudes individuais e esterótipos, enquanto <strong>racismo</strong> designa um sistema mais amplo de ideais e práticas que transforma essas classificações históricas em desigualdades persistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um exemplo prático do racismo estrutural na Finlândia:</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Finlândia, o problema do racismo não é a ausência de leis ou valores, mas a dificuldade de admitir que desigualdades raciais persistem apesar do Estado de bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos de correspondência realizados na Finlândia desde a década de 2010 &#8211;  nos quais currículos fictícios idênticos são enviados a empregadores, variando apenas o sobrenome &#8211; revelam um padrão consistente de desigualdade no recrutamento. Em pesquisa publicada em 2020 pelo sociólogo <strong><a href="https://helda.helsinki.fi/server/api/core/bitstreams/aa7f4400-ab62-49a5-a9bc-89dfa49e3f93/content" target="_blank" rel="noopener" title="Akhlaq Ahmad">Akhlaq Ahmad</a></strong>, da <strong>Universidade de Helsinque</strong>, candidatos com nomes tipicamente finlandeses receberam significativamente mais convites para entrevista do que candidatos igualmente qualificados com sobrenomes estrangeiros. Resultados semelhantes foram confirmados por um estudo de grande escala encomendado pelo Ministério do Emprego e da Economia e divulgado pela emissora pública <strong><a href="https://yle.fi/a/74-20187265" target="_blank" rel="noopener" title="Yle">Yle</a></strong> em 2025, que analisou cerca de 10 mil candidaturas: mesmo quando os candidatos indicavam fluência em finlandês e formação local, nomes associados a minorias étnicas continuaram em clara desvantagem. Esses trabalhos são hoje referência central no debate sobre discriminação estrutural no mercado de trabalho finlandês.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao longo desta apuração, fui levada a um desconforto necessário: </strong>compreender que, mesmo me posicionando historicamente contra o racismo, eu também estava inserida &#8211; e participava &#8211; de um racismo estrutural mais amplo. Ao viver e observar o cotidiano finlandês, marcado por um sólido Estado de bem-estar, segurança e a convivência entre múltiplas culturas (antigamente chamadas de raças), percebi que o racismo vai muito além da cor da pele ou de intenções individuais. Ele se manifesta em expectativas, silêncios, critérios considerados neutros e escolhas que parecem naturais. «<em>Reconhecer isso não foi simples, mas foi trasnformador</em>«. Entendi que combater o racismo exige mais do que indignação: exige disposição para rever privilégios, automatismos e certezas. Essa jornada pessoal reforçou uma convicção central deste texto &#8211; o racismo não é um desvio moral isolado, mas uma estrutura que atravessa sociedades, inclusive aquelas comprometidas com igualdade e justiça social como a Finlândia, por exemplo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Adriana Vitorino, colaboradora do Finlandia Hoy.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes extra de pesquisa:</strong> <strong><a href="https://www.honestthinking.org/en/unesco/index.html" target="_blank" rel="noopener" title="HonestThinking.org">HonestThinking.org</a></strong>, <strong><a href="https://bioanth.org/about/aaba-statement-on-race-racism/" target="_blank" rel="noopener" title="AABA">AABA</a></strong>, <strong><a href="https://biologyinsights.com/is-there-a-scientific-basis-for-race/" target="_blank" rel="noopener" title="Biologyinsights.com">Biologyinsights.com</a></strong>, <strong><a href="https://www.bmj.com/content/392/bmj.s150" target="_blank" rel="noopener" title="TheBMJ">TheBMJ</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bibliografias recomendáveis</strong>: </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Niemi, M.K. &amp; Houni, T. (eds) (2018).</strong> <em>Media &amp; Populismi: Työkaluja kriittiseen journalismiin.</em> Tampere: Vastapaino. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ahvio, J. (2018).</strong> <em>Sananvapaus uhattuna Suomessa: Vihapuhe, ihmisoikeudet ja media.</em> Helsinki: Kuva ja Sana. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Haasio, A. &amp; Mattila, M. (2021)</strong>. Suvaitsematon Suomi: Suvaitsemattomuuden historia. Helsinki: Avain.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jahnukainen, M., Kalalahti, M. &amp; Kivirauma, J. (eds.) (2019).</strong> <em>Oma paikka haussa: Maahanmuuttotaustaiset nuoret ja koulutus.</em> Helsinki: Gaudeamus.</p><p>The post <a href="https://finlandiahoy.fi/2026/05/06/racismo-estrutural-sob-o-estado-de-bem-estar-finlandes/">Racismo estrutural sob o Estado de bem-estar finlandês.</a> first appeared on <a href="https://finlandiahoy.fi">Finlandia Hoy</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Oulu honra as vítimas da violência em Iran.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Vitorino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 07:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacionales]]></category>
		<category><![CDATA[Portugués]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5631" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/FINLANDIA-HOY-MEMORIAL-IRA.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oulu, Finlândia &#8211; 7 de fevereido de 2026, 17h.</strong> Sob o frio intenso do inverno finlandês, dezenas de pessoas se reuniram em silêncio na praça Rotuaari para homenagear as muitas vidas iranianas perdidas nos últimos dias em confrontos com o próprio governo. O ato fez parte de uma série de manifestações internacionais que têm se multiplicado ao redor do mundo em apoio ao povo do Irã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vigília, marcada pela sobriedade e pela ausência de discursos, buscou dar visibilidade à luta contínua dos iranianos por direitos básicos: liberdade de expressão, preservação da sua cultura plural, autonomia religiosa e participação democrática real. Direitos que, segundo manifestantes e organizações internacionais, têm sido sistematicamente violados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população iraniana tem demonstrado crescente insatisfação com políticas arbitrárias e imposições religiosas que, para muitos, não representam a diversidade do país. O governo vigente, dizem, não reflete o povo que trabalha, cria, sonha e sustenta a nação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Oulu velas acesas, cartazes e fotografias das vítimas compuseram um memorial silencioso, porém eloquente. Imagens que falaram por si &#8211; comentam Adriana e Jessica, colaboradoras do Finlandia Hoy. O gesto coletivo, ainda que breve, ecoou a dor de famílias que perderam filhos, pais e irmãos &#8211; muitos deles mortos enquanto protestavam desarmados por um governo que os representasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A mensagem deixada em Oulu foi clara: </strong>que os governos do mundo ouçam o clamos dos trabalhadores, estudantes, artistas, mães e pais iranianos. Que reconheçam a legitimidade de um povo que vai às ruas não para atacar, mas para existir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5632" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/3.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Entrevistada Mina, iraniana moradora de Oulu</em><strong>:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Voz para os silenciados e contexto dos protestos </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina afirma que quer ser a voz dos iranianos mortos, presos ou silenciados sob ameaçã de execução, tortura e violência sexual. Cita RahaBehloulipour, estudante de 23 anos, morta por um tiro em 8 de janeiro de 2026, pouco após escrever «Woman, Life, Freedom &#8211; forever». Relembra nomes simbólicos como Neda, Mahsa, Majid e Nika representando uma geração que perdeu o medo e reivindica o direito de decidir como viver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela participa do memorial em Oulu em resposta ao massacre de 8 e 9 de janeiro de 2026, quando milhares foram mortos ou feridos &#8211; um dos episódios mais graves da história recente do Irã. Afirma que o povo atingiu um nível inédito de unidade e rejeição ao regime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Situa os protestos como continuidade de décadas de resistência &#8211; de 1999, passando pelo movimento Verde, até as recentes manifestações nacionais &#8211; culminando no movimento «Mulher, Vida, Liberdade», descrito como um despertar social profundo. Declara que o clamor atual é por revolução, não reforma, e que, mesmo no exílio, sua voz permanece como forma de resistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Violação sistemática de direitos humanos e apelo internacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina descreve janeiro de 2026 como um ponto de ruptura, quando o regime iraniano ultrapassou todos os limites de direitos humanos: apagão total da internet, tiros contra civis desarmados, ocultação de corpos, famílias obrigadas a pagar para recuperar os mortos, tortura de detidos, além de intimidação de médicos e da transformação de hospitais em instrumentos de repressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela afirma que silêncio ou diplomacia cautelosa equivalem à normalização da violência e que a comunidade internacional tem responsabilidade moral de agir. Defende medidas concretas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>sanções direcionadas a indivíduos e instituições repressoras;</li>



<li>fim de cooperações que financiem estruturas de repressão;</li>



<li>apoio a defensores de direitos humanos, jornalistas e sociedade civil;</li>



<li>investigações internacionais independentes;</li>



<li>e aplificação das vozes iranianas em fóruns globais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mina reforça que o povo iraniano escolheu a resistência não violenta e que o mundo não pode permanecer observando. Cita Navid Afkari: «Eles estão procurando um pescoço para o laço.»</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mensagem ao povo iraniano e significado cultural da resistência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mina envia uma mensagem direta aos jovens e manifestantes: «vocês não estão sozinhos». Diz que cada ato de resistência &#8211; até nos gestos cotidianos &#8211; está mudando a história, e que acompanhar o sofrimento à distância é doloroso, mas transforma a dor em determinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Explica que o regime tenta destruir a esperança e unidade, mas que a resposta deve ser escolher a vida. Destaca simbolismo de dançar em funerais como forma de resistência cultural e afirma que a luta não é apenas por sobrevivência, mas por dignidade, alegria e humanidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conclui, Mina, que a revolução permanece viva porque o povo continua, mesmo após derramamento de sangue, e reforça que a coragem dos iranianos inspira o mundo &#8211; e que a liberdade está mais próxima do que parece.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5633" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2026/02/4.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Finlandia Hoy</figcaption></figure>



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		<title>Finlândia inaugura biblioteca digital nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Finlandia Hoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 07:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Portugués]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Biblioteca Digital foi inaugurada no dia 29 de abril. A Biblioteca Digital é um projeto da Biblioteca Nacional em cooperação com bibliotecas de diferentes municipalidades. A biblioteca oferece audiolivros,&#8230;</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="652" src="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2024/05/IMG_20181116_152043-1-1.jpg?resize=1024%2C652&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3579" srcset="https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2024/05/IMG_20181116_152043-1-1-scaled.jpg?resize=1024%2C652&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2024/05/IMG_20181116_152043-1-1-scaled.jpg?resize=300%2C191&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2024/05/IMG_20181116_152043-1-1-scaled.jpg?resize=768%2C489&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2024/05/IMG_20181116_152043-1-1-scaled.jpg?resize=1536%2C978&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2024/05/IMG_20181116_152043-1-1-scaled.jpg?resize=2048%2C1305&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2024/05/IMG_20181116_152043-1-1-scaled.jpg?w=2220&amp;ssl=1 2220w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Finlandia Hoy</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A Biblioteca Digital foi inaugurada no dia 29 de abril. A Biblioteca Digital é um projeto da Biblioteca Nacional em cooperação com bibliotecas de <a href="https://www.kansalliskirjasto.fi/fi/e-kirjasto/e-kirjastoon-liittyneet-kunnat" target="_blank" rel="noopener" title="">diferentes municipalidades</a>. A biblioteca oferece audiolivros, e-livros e jornais digitais acessíveis através de um aplicativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode fazer o download do aplicativo através do link abaixo (o acesso é feito através de <em>strong authentication</em> e o aplicativo só funciona para pessoas que <a href="https://www.kansalliskirjasto.fi/fi/e-kirjasto/e-kirjastoon-liittyneet-kunnat" target="_blank" rel="noopener" title="">residam em cidades que se uniram ao projeto</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://apps.apple.com/fi/app/e-kirjasto/id6471490203" target="_blank" rel="noopener" title="">Aplicativo Iphone.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=fi.kansalliskirjasto.ekirjasto" target="_blank" rel="noopener" title="">Aplicativo Android.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A biblioteca conta com material em finlandês, sueco e inglês. Livros e audiolivros podem ser emprestados por até duas semanas, após esse período são automaticamente devolvidos. Jornais podem ser lidos por até 2 horas por vez. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o número de leituras simultâneas é limitado, pode haver fila de espera para alguns audiolivros e e-livros. No momento a varidade disponível é pequena, mas semanalmente novos livros são adquiridos e disponibilizados no aplicativo. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Biblioteca digital é internacionalmente pioneira</h3>



<p class="wp-block-paragraph">«Soluções similares são raras mundialmente», afirma a Diretora de Serviços da Biblioteca Digital, Annastiina Louhisalmi. Segundo Louhisalmi o modelo de biblioteca digital mais próximo ao desenvolvido na Finlândia é o da Dinamarca. «O modelo finlandês baseia-se na separação entre plataforma e material. Ou seja, os materiais podem ser escolhidos com mais liberdade, pois não estão vinculados às limitações de uma plataforma específica. E também controlamos o desenvolvimento do aplicativo», afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Biblioteca Digital ajudará a alcançar novos leitores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Reetta Niemelä é poeta e escritora de livros infanto-juvenis de sucesso na Finlândia. Ministra oficinas de arte literária e faz visitas a escolas, inspiranto milhares de crianças e adolescentes a ler. Niemelä vê a Biblioteca Digital como uma excelente oportunidade para apresentar a literatura a essa faixa etária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Disponibilizar um aplicativo para empréstimo de e-books torna-os mais acessíveis, uma vez que algumas famílias podem viver a dezenas de quilômetros da biblioteca mais próxima. Infelizmente, muitas escolas também fecharam as suas bibliotecas. Os jovens podem emprestar livros da biblioteca digital sem a ajuda de adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Estudos descobriram que as habilidades de alfabetização podem ser desenvolvidas de forma eficaz ouvindo um audiolivro e acompanhando a cópia física. Embora eu ache vital que o livro impresso continue sendo o principal meio de leitura, é possível motivar as pessoas a se engajarem na leitura por meio de soluções multicanais. Para os adolescentes, ouvir um audiolivro pode tornar os livros físicos mais acessíveis. Além do mais, nem todos podem pagar as taxas mensais dos serviços de assinatura de e-books ou audiolivros.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://finlandiahoy.fi/2024/05/07/finlandia-inaugura-biblioteca-digital-nacional/">Finlândia inaugura biblioteca digital nacional</a> first appeared on <a href="https://finlandiahoy.fi">Finlandia Hoy</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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