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	<title>Teija Potenze &#8211; Finlandia Hoy</title>
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	<description>Noticias de Finlandia en español</description>
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		<title>Entrevista: Teija Potenze, ponte entre o mundo latino e a Finlândia.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisella Saldena]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 17:18:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunidad]]></category>
		<category><![CDATA[Portugués]]></category>
		<category><![CDATA[comunidad]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Teija Potenze]]></category>
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					<description><![CDATA[1º de dezembro de 2025 &#8211; Gisella Saldena Teija Potenze é mestre em filologia espanhola e intérprete-tradutora. Finlandesa de origem, sua trajetória pessoal e profissional está marcada por um forte&#8230; ]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-5190" srcset="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-1024x683.jpg 1024w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-300x200.jpg 300w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-768x512.jpg 768w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-1536x1025.jpg 1536w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Sami Sorasalmi.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">1º de dezembro de 2025 &#8211; Gisella Saldena</p>



<p class="wp-block-paragraph">Teija Potenze é mestre em filologia espanhola e intérprete-tradutora. Finlandesa de origem, sua trajetória pessoal e profissional está marcada por um forte vínculo com o universo latino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como argentina vivendo na Finlândia, há meses eu refletia sobre a construção das identidades migrantes e das famílias multiculturais, sobre a força da linguagem e os desafios que enfrentamos ao nos comunicar em um país de raízes tão diferentes das nossas. Foi nesse contexto que conheci Teija durante a 19ª edição do Cinemaissi, o Festival de Cinema Latino-Americano realizado anualmente em Helsinque há duas décadas. Ao ouvir seu inconfundível sotaque argentino, aproximei-me com a emoção de quem reencontra a família depois de muito tempo. Perguntei se era argentina. Ela sorriu. Não disse «não» de imediato, e percebi que havia nela uma conexão profunda com o país do mate e do tango.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Teija Pontenze</strong> é finlandesa, mestre em filologia espanhola e intérprete-tradutora. Dirige há mais de 30 anos sua empresa <strong>Espanjan Kielipalvelu</strong>. Ao longo da carreira, colaborou com personalidades de destaque da Finlândia, de Portugal e do mundo hispânico, entre eles <strong>José Saramago</strong> e, mais recentemente a escritora argentina <strong>Camila Sosa Villada </strong>em sua visita a Helsinque. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu marido argentino, Jaime, falecido em 2017, foi cofundador do<strong> Cinemaissi</strong> e impulsionador de inúmeros projetos culturais no país. Juntos, compartilharam mais de três décadas de vida, adotaram dois filhos na Colômbia e construíram uma família multicultural com raízes latinas e finlandesas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeiros passos rumo ao mundo latino</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">«Há muito tempo vivi dois anos em Milão, trabalhando como au pair em uma família italiana intelectual. Nos fins de semana, íamos ao cinema e a concertos, enquanto a nona cuidava da criança. Confesso que não entendia muito dos filmes, alguns me pareciam horríveis porque eram dublados, mas aqueles anos foram uma preparação  para a cultura latina. Além disso, estudei latim por três anos no colégio. E, embora nunca tenha planejado minha vida de forma concreta, já havia em mim um interesse pelo mundo latino.»</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela faz uma pausa e seus olhos sorriem com nostalgia. «Depois conheci meu marido e sempre lhe serei grata por ter me feito parte de seu mundo latino. Graças a ele e aos meus estudos de espanhol, abriu-se para mim um universo completamente diferente do finlandês: um mundo imenso de literatura, música e teatro.»</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A importância de lembrar de onde viemos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma manhã ensolarada em Helsinque, o tempo passa entre anedotas que cruzam o oceano em segundos. Falamos sobre a importância de somar e construir a partir da diversidade sem esquecer a própria história. </p>



<p class="wp-block-paragraph">«É preciso dar valor às raízes, sem ser ultranacionalista, mas é fundamental saber de onde viemos e onde estamos. Depois da morte do meu marido, percebi com alegria que meus círculos latinos não desapareceram. As pessoas que chegaram à minha vida por meio dele tornaram-se também minhas amigas, e vice-versa. Embora fizéssemos muitas coisas separadamente, compartilhávamos experiências e amizades, e isso enriquecia muito nossa vida juntos. Aprender a dar espaço e a compartilhar foi muito valioso para mim.» </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-5235" srcset="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-1024x683.jpg 1024w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-300x200.jpg 300w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-768x512.jpg 768w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-1536x1025.jpg 1536w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Sami Sorasalmi.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Família ampliada e calor humano</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem vem da América do Sul e decide viver na Finlândia, uma das primeiras perguntas de familiares e amigos é como conseguimos nos adaptar a um país tão diferente, literalmente do outro lado do mundo, onde geografia e história moldam formas de convivência distintas das nossas. A trajetória de Teija mostra que a integração não apenas é possível, como necessária e reveladora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Entre os elementos da cultura latina que considero valiosos e que complementaram a finlandesa, destacaria a forma de levar em conta as pessoas: compartilhar, comunicar-se e esse calor humano que transmitem. Não digo que os finlandeses não o tenham, mas demoramos mais a mostra; somos reservados, guardamos nosso espaço e falamos pouco. Às vezes isso também é bom. Mas temos dificuldade em expressar sentimentos, por exemplo, no luto. Aprender a integrar a abertura e a afetividade dos latinos foi muito enriquecedor para mim.» </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto servimos mais café, refletimos sobre o significado dos abraços, do contato físico e das demonstrações de afeto em cada cultura. «O que realmente me fascina na cultura latina é o conceito de família: não se limita ao núcleo, abrange muito mais. A família latina é ampliada, inclui também os amigos, e isso me parece fascinante. Os latinos que decidiram ficar aqui se adaptaram bem, criaram seu espaço e contribuem com profissionalismo e calor humano. Mantêm sua identidade, mas sabem se ajustar às circunstâncias.»</p>



<p class="wp-block-paragraph">A final da conversa, despedimo-nos com um abraço caloroso. Saio contente e esperançosa, confiando que a chave está em abrir-se, construir comunidade e aproveitar os aportes que nos ajudam a melhorar ambos os mundos, mesmo nos momentos que parecem irreconciliáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autora: Gisella Saldena</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradutora: Adriana Vitorino.</p>
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		<title>Entrevista: Teija Potenze, puente entre el mundo latino y Finlandia</title>
		<link>https://finlandiahoy.fi/2025/12/01/entrevista-a-teija-potenze-la-identidad-como-puente-entre-el-mundo-latino-y-finlandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisella Saldena]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 22:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunidad]]></category>
		<category><![CDATA[Cinemaissi]]></category>
		<category><![CDATA[comunidad]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Teija Potenze]]></category>
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					<description><![CDATA[Teija Potenze es máster en filología española e intérprete-traductora. Es finlandesa pero su historia de vida y profesional están marcadas por un fuerte vínculo con el mundo latino. Como argentina&#8230; ]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Teija Potenze es máster en filología española e intérprete-traductora. Es finlandesa pero su historia de vida y profesional están marcadas por un fuerte vínculo con el mundo latino.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-5190" srcset="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-1024x683.jpg 1024w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-300x200.jpg 300w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-768x512.jpg 768w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1-1536x1025.jpg 1536w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/11/Teija-Potenze-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Sami Sorasalmi</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Como argentina viviendo en Finlandia, hacía meses venía pensando en la construcción de las identidades migrantes y de las familias multiculturales, en lo poderoso del lenguaje y en los desafíos que enfrentamos a la hora de comunicarnos y expresarnos en un país con raíces tan diferentes a las nuestras. Entonces conocí a Teija en la edición número 19 de Cinemaissí, el Festival de Cine Latinoamericano que se celebra cada año en Helsinki desde hace 20 años. Escuché su inconfundible acento argentino y me acerqué a ella con la emoción de quien se reencuentra con la familia después de mucho tiempo. Le pregunté si era argentina y sonrió. No me dijo que no de inmediato, y supe que algo profundo la conectaba con el país del mate y el tango.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Teija Potenze</strong> es finlandesa, máster en filología española e intérprete-traductora. Dirige su pequeña empresa <strong>Espanjan Kielipalvelu</strong> desde hace más de 30 años. A lo largo de su carrera, ha trabajado con destacadas personalidades de Finlandia, Portugal y del mundo hispanohablante, incluyendo a <strong>José Saramago</strong> y, más recientemente, a la escritora argentina <strong>Camilla Sosa Villada </strong>durante su visita a Helsinki.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jaime, su marido argentino fallecido en 2017, fue cofundador de <strong>Cinemaissí</strong> y un impulsor de innumerables proyectos culturales en Finlandia. Compartieron la vida durante más de 30 años, adoptaron dos hijos en Colombia y construyeron una familia multicultural con raíces latinas y finlandesas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Primeros pasos hacia el mundo latino</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Hace mucho tiempo viví dos años en Milán trabajando de au pair en una familia italiana intelectual. Salía con ellos los fines de semana, me llevaban al cine y a conciertos mientras la nona cuidaba a la niña. Confieso que del cine no entendía mucho, y algunas películas me parecían horribles porque estaban dobladas, pero esos años fueron como una preparación para la cultura latina. Además, estudié latín durante tres años en el colegio. Y aunque nunca he planeado mi vida de manera concreta, ya había algo dentro de mí que se interesaba por lo latino.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hace una pausa, y sus ojos sonríen con un poco de nostalgia. <em>“Después conocí a mi marido y siempre le estaré agradecida por haberme hecho parte de su mundo latino. Gracias a él y a mis estudios de español, se me abrió un universo completamente ajeno</em> a mi mundo finlandés: un mundo inmenso de literatura, música y teatro.»</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>La importancia de recordar de dónde venimos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Es una mañana soleada en Helsinki, y el tiempo pasa entre anécdotas que cruzan el océano en un segundo. Hablamos sobre la importancia de sumar y construir desde la diversidad sin olvidar la historia propia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Uno tiene que darle valor a sus raíces, sin ser ultranacionalista, pero es fundamental saber de dónde venimos y dónde estamos parados. Después de la muerte de mi marido, me encantó darme cuenta de que mis círculos latinos no desaparecieron. Todas las personas que llegaron a mi vida por él, se convirtieron también en mis amigos, y viceversa. Aunque hacíamos muchas cosas por separado, compartíamos experiencias y amistades, y eso enriquecía mucho nuestra vida juntos. Aprender a darse espacio y a compartir fue muy valioso para mí.”</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-5235" srcset="https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-1024x683.jpg 1024w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-300x200.jpg 300w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-768x512.jpg 768w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2-1536x1025.jpg 1536w, https://finlandiahoy.fi/wp-content/uploads/2025/12/Tejia-Potenze-2.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Sami Sorasalmi</em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Familia ampliada y calidez humana</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para quienes venimos de Sudamérica y decidimos vivir en Finlandia, una de las primeras preguntas que nos hacen familiares y amigos es cómo logramos adaptarnos a un país tan distinto, ubicado literalmente al otro lado del mundo, donde su geografía e historia marcan pautas culturales y formas de relacionarse muy diferentes a las conocidas. Sin embargo la historia de Tejia nos muestra que la integración no solo es posible sino necesaria y reveladora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“En cuanto a los elementos de la cultura latina que considero valiosos y que complementan la cultura finlandesa, diría que es la manera de tomar en cuenta a la gente: compartir, comunicarse y ese calor humano que transmiten. No digo que los finlandeses no lo tengamos, pero tardamos más en mostrarlo; somos más reservados, nos guardamos nuestro espacio y somos de pocas palabras. A veces eso también está muy bien. Pero también tenemos dificultad para expresar nuestros sentimientos, por ejemplo, en el duelo. Aprender a integrar esa calidez y apertura de los latinos ha sido muy enriquecedor en mi vida.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hacemos una pausa para servir más café mientras reflexionamos sobre el significado de los abrazos, el contacto físico y las muestras de afecto en cada cultura. <em>“Lo que realmente me fascina de la cultura latina es el concepto de familia: no se limita al núcleo, sino que abarca mucho más. La familia latina es mucho más amplia, son también los amigos, y eso me parece fascinante. Los latinos que se han quedado acá por su propia voluntad, se han adaptado muy bien, han hecho su propio lugar y aportan profesionalismo y calidez. Guardan su identidad, pero saben adaptarse a las circunstancias.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Al terminar nuestra charla, nos despedimos con un abrazo cálido. Me voy contenta y esperanzada, confiando en que la clave está en abrirnos, construir comunidad y aprovechar los aportes que nos ayuden a mejorar ambos mundos, incluso en los momentos que parecen irreconciliables.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Autora: Gisella Saldena</em></p>
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